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Investir nas qualificações compensa: o custo económico e social dos adultos com baixas qualificações na UE
CEDEFOP
(Disponível em inglês)

Este estudo analisa a situação relativa aos adultos com poucas qualificações na União Europeia, debruçando-se sobre as tendências em termos de baixas qualificações nos adultos, bem como as características, os fatores determinantes e os riscos de virem a ser pouco qualificados.

A análise com base no género revela que, embora as taxas de atividade não variem muito em níveis educacionais mais elevados, as mulheres com baixa escolaridade são particularmente desfavorecidas: ao nível da UE apenas 51,8% das mulheres com baixa escolaridade participam no mercado de trabalho em comparação com 75,7% dos homens.

A análise com base no género confirma, também, a importância das qualificações relativamente à permanência das mulheres no mercado de trabalho (Goldin e Olivetti, 2013). As mulheres mais qualificadas tendem a permanecer no emprego mesmo após o parto (Goldin, 2006), de modo que as diferenças salariais na taxa de emprego por qualificações é muito maior nas mulheres do que nos homens.
As diferenças salariais nas taxas de emprego entre os trabalhadores e as trabalhadoras com baixas qualificações e os trabalhadores e as trabalhadoras altamente qualificados e qualificadas também é maior nas mulheres do que nos homens em todos os Estados-Membros, exceto na Eslovénia. As diferenças salariais entre as mulheres por qualificações variam de 57,3 pontos percentuais (Malta) para 25,3 pontos percentuais (Portugal); relativamente aos homens, as diferenças variam de 48,4 pontos percentuais (Eslováquia) para 12,9 pontos percentuais (Grécia).

 

Investir nas qualificações compensa: o custo económico e social dos adultos com baixas qualificações na UE

Investing in skills pays off:
the economic and social cost
of low-skilled adults in the EU

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