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A CITE na 7.ª Semana da Responsabilidade Social, 9 e 10 de Maio de 2012, Fábrica do Braço de Prata, Lisboa

7.ª SEMANA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL

A CITE na 7.ª Semana da Responsabilidade Social, 9 e 10 de Maio de 2012, Fábrica do Braço de Prata, Lisboa

10 maio - LIDERANÇA NO FEMININO – A MUDANÇA QUE SE IMPÕE

10 maio - LIDERANÇA NO FEMININO – A MUDANÇA QUE SE IMPÕE

10 maio - LIDERANÇA NO FEMININO – A MUDANÇA QUE SE IMPÕE

10 maio - LIDERANÇA NO FEMININO – A MUDANÇA QUE SE IMPÕE

10 maio - LIDERANÇA NO FEMININO – A MUDANÇA QUE SE IMPÕE

10 maio - LIDERANÇA NO FEMININO – A MUDANÇA QUE SE IMPÕE

10 maio - LIDERANÇA NO FEMININO – A MUDANÇA QUE SE IMPÕE

A CITE promoveu, no dia 10 de maio, no âmbito da 7.ª Semana de Responsabilidade Social organizada pela APEE, um evento subordinado ao tema Liderança no Feminino – A mudança que se impõe.

A abertura contou com a presença da Secretária de Estado da Igualdade e dos Assuntos Parlamentares, Teresa Morais, da Presidente da CITE (Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego), Sandra Ribeiro, da Presidente da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), Fátima Duarte, e da Vice-presidente da Associação Portuguesa de Ética Empresarial (APEE).

O tema, que faz parte da agenda política europeia e portuguesa, foi sublinhado pelas oradoras, designadamente, o desafio aberto de Viviane Reding, Vice-Presidente da Comissão Europeia, a todas as empresas europeias cotadas em bolsa, com vista ao seu comprometimento voluntário para aumentarem a presença feminina nas suas direções, e a Resolução em Conselho de Ministros, simbolicamente publicada no passado dia 8 de março, que veio tornar obrigatória a adoção de planos de igualdade em todas as entidades do sector empresarial do Estado e determinar, como objetivo, a presença plural de mulheres e de homens nas nomeações ou designações para cargos de administração e de fiscalização no sector empresarial do Estado.

A mesa redonda, dinamizada na segunda parte do evento pela Diretora executiva da Notícias Magazine, Catarina Carvalho, teve como protagonistas quatro casos de sucesso de mulheres que, em Portugal, ocupam cargos de decisão. As convidadas foram Conceição Lucas, Membro da Comissão Executiva do Millennium BCP; Conceição Zagalo, Presidente do GRACE; Lídia Sequeira, Presidente do Conselho de Administração do Porto de Sines e Mónica Santiago, Presidente da EPWN Lisbon.

Na conversa com as convidadas, para além do percurso individual e dos obstáculos e oportunidades sentidas na ascensão das respetivas carreiras, foram abordadas as questões da manutenção dos estereótipos, as questões de conciliação entre a vida familiar e profissional, as políticas e práticas incorporadas relativas à igualdade de género e a necessidade de medidas de discriminação positiva, como as quotas.

O debate alargou-se à assistência em torno do tema central.


9 maio – ORGANIZAÇÕES FAMILIARMENTE RESPONSAVEIS – DESAFIO E TENDÊNCIAS

9 maio – ORGANIZAÇÕES FAMILIARMENTE RESPONSAVEIS – DESAFIO E TENDÊNCIAS

9 maio – ORGANIZAÇÕES FAMILIARMENTE RESPONSAVEIS – DESAFIO E TENDÊNCIAS

9 maio – ORGANIZAÇÕES FAMILIARMENTE RESPONSAVEIS – DESAFIO E TENDÊNCIAS

A CITE enquanto membro da Comissão Técnica Portuguesa de Normalização CT 179 integrou a mesa redonda subordinada ao tema Organizações Familiarmente Responsáveis – Desafio e Tendências que decorreu no dia 9 de maio.

A mesa redonda funcionou como um fórum de discussão do qual foram colhidos contributos para o texto que ainda se encontra em construção.

A Comissão Técnica Portuguesa de Normalização CT 179 - Organizações Familiarmente Responsáveis, da qual a CITE faz parte desde a primeira hora – constituída em 2009, sob coordenação da Associação Portuguesa de Ética Empresarial – APEE (Organismo de Normalização Sectorial) - integra entidades públicas e privadas, unidas no objetivo de fazer da conciliação entre a vida profissional, familiar e pessoal uma prática corrente nas organizações.

Para atingir este objetivo, a comissão técnica, em reuniões alargadas e/ou restritas, tem vindo a construir um instrumento normativo suscetível de ser utilizado por todas as organizações, independentemente da sua natureza, dimensão e do sector de atividade.

A importância da elaboração desta norma decorre do facto de ser pioneira no estabelecimento a nível nacional, comunitário e internacional, de orientações e referências para as organizações, numa matéria que tem sido amplamente tratada por instrumentos comunitários e internacionais.

A necessidade de uma norma desta natureza assume uma relevância particular no contexto da atual crise económica e social, que exige, cada vez mais, políticas e práticas concertadas de conciliação da vida profissional, familiar e pessoal, por forma a aumentar a competitividade e a sustentabilidade das organizações e o grau de satisfação dos trabalhadores e das trabalhadoras e respetivas famílias.

Esta Norma foi desenvolvida para responder à necessidade sentida pelas organizações de um guia para as organizações familiarmente responsáveis, fornecendo-lhes orientações no sentido de estabelecerem e avaliarem a eficácia das políticas, procedimentos e práticas adotados em matéria de conciliação entre vida profissional, familiar e pessoal.

A conformidade com este documento não dispensa o cumprimento das obrigações legais e dos instrumentos de regulamentação coletiva de trabalho.