CITE - Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego

Direitos e deveres dos trabalhadores e das trabalhadoras

Direitos e deveres das entidades empregadoras

Obrigações das entidades empregadoras

Proteção na parentalidade

Calculadora amamentação/aleitação dispensa diária
Calculadora
Amamentação/aleitação
Dispensa diária em caso de
tempo parcial

Diálogo social

Formação

Boas práticas de igualdade no trabalho e no emprego

Disparidades salariais

Relatórios sobre o progresso da igualdade

Anúncios de oferta de emprego x Igualdade de género

Estatísticas

Legislação

Jurisprudência

Documentos estratégicos

Pareceres CITE

Pareceres prévios
Elementos obrigatórios
Horário flexível »
Tempo parcial »

Publicações CITE

Projetos CITE

Internacional

Protocolos

Conferências e eventos

CITE e os média

Centro de documentação on-line

Agendas CITE

Ligações úteis

Vídeos

As profissões não têm sexo, 12 de julho de 2012, Centro de Cultura e Intervenção Feminista, Lisboa

 

As profissões não têm sexo

As profissões não têm sexo foi tema do encontro do passado dia 12 de julho, no Centro de Cultura e Intervenção Feminista.

A CITE (Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego) e a UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta) organizaram, no passado dia 12 de julho, um encontro em que a segregação profissional esteve em foco.

Entre as 17h15 e as 20h, foi exibido o documentário de Maria Simões, MULHERES NA PESCA, seguido de mesa redonda moderada por Fernanda de Freitas. Participaram com testemunhos pessoais, a pescadora Cláudia Sofia Esteves, o educador de infância António Quitério, a estivadora Isabel Lucas e a técnica polivalente de gás Luísa Pinto.

Foram ainda comentadores e comentadoras: Manuel Carvalho da Silva do CES, Sara Falcão Casaca do ISEG, Lídia Fernandes da UMAR e Sandra Ribeiro da CITE.

Pretendeu-se sensibilizar o grande público para a importância da dessegregação profissional, através da reflexão, na primeira pessoa, de trabalhadores e trabalhadoras oriundos/as de profissões fortemente segregadas e, também, de especialistas, tratando-se de um momento cheio de riqueza social e humana

as profissões não têm sexo

No debate foi sublinhada a carga simbólica das profissões tipificadas como masculinas e femininas e as hierarquias que dão valores diferentes, em função das representações sociais, às atividades ditas femininas e masculinas, sabendo-se que mesmo que na esfera pública algumas mulheres já desempenhem funções ditas masculinas, na esfera privada persistem os estereótipos de género, pois estas, maioritariamente, continuam a desempenhar as tarefas domésticas e do cuidar.

A segregação horizontal e vertical no mercado de trabalho continua a existir em Portugal e ainda há um longo caminho a percorrer.

as profissões não têm sexo

as profissões não têm sexo